Será possível Sem fantasias?
Eu me alegraria agora, como antes, com tão pouco.
Mal saímos do lugar e já estamos no outono. E é o mesmo chão a desabar a cada segunda-feira, a cada quinto dia útil. Nem eu mesmo me importo.
Eu não sei se quero você.
sábado, 4 de abril de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Adoro jogos de tabuleiro.
Mas o professor me diz que tudo é consumo e violência.
Caio em uma perplexidade sem solução. Membros deformados. Mente aberta e vazia.
Céus.
Seria eu um simbolo de um gosto bizarro e...
cativante?
Qualquer um pode qualificar de cinismo o que escrevo aqui. Mas nunca poderão me chamar de hipócrita.
Mas o professor me diz que tudo é consumo e violência.
Caio em uma perplexidade sem solução. Membros deformados. Mente aberta e vazia.
Céus.
Seria eu um simbolo de um gosto bizarro e...
cativante?
Qualquer um pode qualificar de cinismo o que escrevo aqui. Mas nunca poderão me chamar de hipócrita.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
domingo, 14 de dezembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Um nota sobre esse dia.
Pois bem,
mais um ano.
essa coisa estranha chamada
Aniversário
sempre um ótimo e imperdível motivo para juntar-se aos companheiros próximos e beber ( o que venho fazendo com exímia perfeição há dias) por reunir todas as duas boas razões pelas quais a vida é impossível sem beber:
perdemos e ganhamos.
No fim, é um tipo de poder que não se contenta, e que por isso recobra sua existência a cada vez que é necessário reinventar-se.
E esse ano foram muitas as vezes em que tive que me mover por entre
as discretas fronteiras entre o que imaginamos e o que ainda não imaginamos.
Apesar de tudo, foi um ótimo ano.
(Por examplo, o maior problema nesse momento é descobrir como tirar mancha de vinho tinto do carpete do pequeno quarto alugado em Paris.)
Pois bem,
mais um ano.
essa coisa estranha chamada
Aniversário
sempre um ótimo e imperdível motivo para juntar-se aos companheiros próximos e beber ( o que venho fazendo com exímia perfeição há dias) por reunir todas as duas boas razões pelas quais a vida é impossível sem beber:
perdemos e ganhamos.
No fim, é um tipo de poder que não se contenta, e que por isso recobra sua existência a cada vez que é necessário reinventar-se.
E esse ano foram muitas as vezes em que tive que me mover por entre
as discretas fronteiras entre o que imaginamos e o que ainda não imaginamos.
Apesar de tudo, foi um ótimo ano.
(Por examplo, o maior problema nesse momento é descobrir como tirar mancha de vinho tinto do carpete do pequeno quarto alugado em Paris.)
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