domingo, 12 de janeiro de 2014
Janeiro perdido.
O gato dorme faz uma eternidade.
A pesquisa é imensa. Horas e horas de bunda quadrada. Espírito tranquilo. Se fosse somente isso, seria tão fácil viver. O amor na janela e a vida na esquina. E eu e os livros. Surf virtual e café rigorosamente de 3 em 3 horas. Corridinha religiosa: suar faz bem ao cérebro. Um pratinho no self-service - seria redundante cozinhar no calor. Recomendações médicas. Lá fora o dia lindo ainda mais que o vejo daqui, da sibéria. O Rio escandalosamente quente é um retrato distante.Olho de longe e não entendo.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Será que fui expulso da Comunidade? É certo que se lá estive, algum dia, foi de uma maneira muito marginal. De soslaio. Como Turista ou Pesquisador ou Mendigo.
Tantos Coletivos. Tanta Crença. Tanto Amor.
E o que faço com minha pouca-fé?
Seja com a roupagem New age, pós-moderna, ou escancaradamente mergulhada no buraco do cristianismo primitivo, a Comunidade me inspira Ressalva.
O que temos, de fato, em comum? Compartilhamos algo velado ou inexistente?
Difícil decisão entre o místico e o cético.
Tantos Coletivos. Tanta Crença. Tanto Amor.
E o que faço com minha pouca-fé?
Seja com a roupagem New age, pós-moderna, ou escancaradamente mergulhada no buraco do cristianismo primitivo, a Comunidade me inspira Ressalva.
O que temos, de fato, em comum? Compartilhamos algo velado ou inexistente?
Difícil decisão entre o místico e o cético.
terça-feira, 30 de julho de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
O amor.
O problema deve ser comigo, eu devo ter alguma coisa estragada mesmo dentro de mim, mas essa onda do AMOR que vai resolver os problemas políticos, econômicos e sociais só me causa um tédio tão profundo. Um desânimo com meus amigos, com pessoas tão tão queridas submersas num abismo irrefletido, sem saída. Honestamente... Amor? Sério? Em pleno século XXI, a fina flor do pensamento clama por uma força fundadora ilimitada como solução de qualquer coisa? Afff. Haja estetização da política...Bocejos eternos, retilíneos e uniformes para todo mundo que me oferece esse amor "irrecusável". Obrigado, não.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
eu titubeio, e as mensagens de esperança ou de auto-exaltação me enojam cada dia um pouco mais.
Essa variante,
Entender na dificuldade do pão a alegoria da fragilidade existencial, não o contrário. Uma sombra. Todos se aproveitam da ignorância para pagar tão pouco e transformar a hesitação em nada.
Um azul prussiano envolve meus sonhos mas
a cada dia tenho mais dificuldade em dormir.
Essa variante,
Entender na dificuldade do pão a alegoria da fragilidade existencial, não o contrário. Uma sombra. Todos se aproveitam da ignorância para pagar tão pouco e transformar a hesitação em nada.
Um azul prussiano envolve meus sonhos mas
a cada dia tenho mais dificuldade em dormir.
Assinar:
Postagens (Atom)