segunda-feira, 20 de junho de 2016
domingo, 5 de junho de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
domingo, 29 de maio de 2016
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Dificilmente volto ao que escrevo aqui, mas me reconforta saber das letras guardadas. Então escrevo sobre hoje, para não esquecer que cruzei a cidade, Flamengo- Gávea- Centro- Flamengo, debaixo de chuva, um dia bizarro, normal, entristecido. Tudo igual, e tudo diferente. Assim é o evento histórico, assim é um golpe de estado. Esse foi assim, pelo menos.
domingo, 1 de maio de 2016
raízes frágeis demais para se aprofundar: o Bambu não é feliz. Não que a profundidade pudesse salvá-lo de tal destino. Todo rumo à superfície já está traçado pelas finas e ramificadas entranhas que o sustentam. O vento molda seu caráter; faz aparecer sua única força: a resistência, essa força nascida da negação. O bambu é um refém do conflito, mas sem ele não pode existir. Ele se curva à tudo, jamais se impõe. Todavia, estará lá.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Naquele dia, como de costume, acordei às 5 e 30 da manhã. Mas não consegui levantar. Ainda tinha gosto das cervejas de três noites anteriores e ainda mais o cansaço das duas primeiras, em que a leve embriaguez somava-se a uma boa companhia. Tempo estranhos, ambíguos. Armados por uma instabilidade que ganha muitas faces. Projeta muitos horizontes, todos em névoa. Mas bem, naquele dia acordei com o gato em cima de mim, gosto de cerveja na boca, estomago azedo. Não fui correr. Voltei a dormir. A gente não sabe o que sentir, qualquer coisa pode acontecer, inclusive nada demais. Mas essa é uma impressão não correta. Algo aconteceu, só vai demorar para entender.
segunda-feira, 11 de abril de 2016
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