Dúvida, dívida, grito.
Alma rasgada até a última gotinha.
a certeza dos maias,ilusão. com gosto de esperança: Azul-turquesa e rosa-chá.
Correr, escrever, correr, escrever, correr, escrever. Acorda, treme, café. Dorme? não... desmaia.
Vida sem horizonte, vida pra dentro do branco, desdobrada no vácuo imundo que se tornou o tempo de viver.
Amarra o cabelo pra espantar os maus pensamentos; coça nuca em modo autocafuné. Repete como mantra: tudopodeficaraindapior.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Há pressão. E não há mais nada.
Sempre para baixo. Sem fundo, Sem fim, sem queda. Sempre pressionados, sempre para baixo.
Sufocados, adestrados, castrados. Cada vez mais
baixos.
Navegando no mar de bosta onde nada importa. Todos iguais. A massa. Todos iguais. Para baixo, cada vez mais para baixo. Todos iguais. Todos juntos. Todos mortos. Todos certos. Todos justos. A manada.
A porta da rua é a serventia da casa.
Sempre para baixo. Sem fundo, Sem fim, sem queda. Sempre pressionados, sempre para baixo.
Sufocados, adestrados, castrados. Cada vez mais
baixos.
Navegando no mar de bosta onde nada importa. Todos iguais. A massa. Todos iguais. Para baixo, cada vez mais para baixo. Todos iguais. Todos juntos. Todos mortos. Todos certos. Todos justos. A manada.
A porta da rua é a serventia da casa.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
viver na linha. tudo convertido a esse espaço. Enorme e invencível. Ser na consciência do apenas. Do pelo menos, do menor.
Ter a garganta na ponta dos dedos. O ouvido atento mas distante. A pressa e a paciência...
TEM espaço para todo mundo aqui. todo mundo pode entrar. Arrogância, desespero, pretensão, medo.
Não me escondo do meu desespero, nem do quanto ele é bobo. Ele é meu. Meu pequeno tesouro.
A parede às vezes se confunde com a tela. O papel imaginário. A tinta que um dia colorirá tudo, Nada.
Eu fico feliz quando vc finge que entende. Basta.
Ter a garganta na ponta dos dedos. O ouvido atento mas distante. A pressa e a paciência...
TEM espaço para todo mundo aqui. todo mundo pode entrar. Arrogância, desespero, pretensão, medo.
Não me escondo do meu desespero, nem do quanto ele é bobo. Ele é meu. Meu pequeno tesouro.
A parede às vezes se confunde com a tela. O papel imaginário. A tinta que um dia colorirá tudo, Nada.
Eu fico feliz quando vc finge que entende. Basta.
sábado, 20 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Tudo me informa de uma derrota, de minha falência. Tudo já ruiu e nem mesmo começou. A herança é esse cansaço sereno, racional. Este grande fracasso matemático.Sem tesão. Escolhas erradas, pesadas, maciças. Tudo impregnado com este gosto de nada, esvaziamento.
O golpe que não é fatal é ainda mais cruel.
O golpe que não é fatal é ainda mais cruel.
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