impedimento, imobilização, entrave, embaraço, fechamento, estorvo,
obstáculo, barreira, dificuldade, inibição, interrupção, obstrução, resistência, restrição, travamento.
rodeio, isolamento,
assédio, sítio, cerco.
bloco, defesa.
O que poderia ter sido. E não foi.
Toda tensão do meu corpo. Todo silêncio.
terça-feira, 7 de agosto de 2018
quinta-feira, 26 de julho de 2018
escavação aprofundada discretamente assimétrica. Piloto sem avião, capitão sem navio.
- cabe a cada um assumir sua revoltante absurdidade e lidar com ela.
- Isso já é ter ( uma) razão.
- prefiro pensar que estamos condenamos a ser assistidos pelo demônio. E assustados também, por dentro.
- Nesse sentido, o maior absurdo é a metáfora do partir.
- sim, a forma é extrínseca, mas Ninguém a abandona
- cabe a cada um assumir sua revoltante absurdidade e lidar com ela.
- Isso já é ter ( uma) razão.
- prefiro pensar que estamos condenamos a ser assistidos pelo demônio. E assustados também, por dentro.
- Nesse sentido, o maior absurdo é a metáfora do partir.
- sim, a forma é extrínseca, mas Ninguém a abandona
segunda-feira, 28 de maio de 2018
quinta-feira, 24 de maio de 2018
O cérebro ativo como vento em alto mar. Correndo por tudo, veloz. Vejo o lado de fora, me importo. Tenho tantos receios. Mas sei que as pernas agora estão mais firmes e mereço isso, portanto não me sinto preocupada em desviar o olhar. Sinto calada a dor dos demais em mim, mas não me sinto obrigada a me reduzir a isso. Culpa já não sinto mais. Misto de se importar e não estar nem ai. Sei que não sou forte o bastante, sozinha. é preciso crescer, fundar raízes e avançar. cultivar e agredir.
quarta-feira, 18 de abril de 2018
segunda-feira, 26 de março de 2018
segunda-feira, 5 de março de 2018
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Leio agora: de qualquer modo o mundo continua.
Sim, e sem você, sem mim. Sem os palhaços, sem o carnaval. Sem as fotografias bonitas das mesmas pessoas sempre. Respiro fundo.
Agora todos, mesmo os lindos, querem meu voto. Vou vomitar.
Caminhei muito hoje. Quase cruzei a cidade a pé.
E não era em bando. Não tinha tambores. Porque vivemos perdidos na cidade. Vivemos sozinhos na cidade.
Lutamos apenas para não morrer.
O resto é como uma música de Django, que embala mas não promete nada.
O que continua?
Não há nada a esperar, somente o pior.
Sim, e sem você, sem mim. Sem os palhaços, sem o carnaval. Sem as fotografias bonitas das mesmas pessoas sempre. Respiro fundo.
Agora todos, mesmo os lindos, querem meu voto. Vou vomitar.
Caminhei muito hoje. Quase cruzei a cidade a pé.
E não era em bando. Não tinha tambores. Porque vivemos perdidos na cidade. Vivemos sozinhos na cidade.
Lutamos apenas para não morrer.
O resto é como uma música de Django, que embala mas não promete nada.
O que continua?
Não há nada a esperar, somente o pior.
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Pouca satisfação a vida oferece.
A maioria delas, em modo negativo: não ceder, não cair, não desanimar, não se quebrar.
Talvez por isso, a cada contemporâneo, a expressão em forma de "auto-ajuda" seja tão bem-vinda, tão aceita. Na dura conjugação entre possível e necessário, precisamos de apoios.
Mas, por que diabos a expressão desse meu contemporâneo tem que ser tão óbvia, tão esparramada por uma superfície, preenchendo todos os seus buracos, todos os seus vazios?
que é preciso cura, tenho certeza. Que ela não seja impossível, isso dói.
A maioria delas, em modo negativo: não ceder, não cair, não desanimar, não se quebrar.
Talvez por isso, a cada contemporâneo, a expressão em forma de "auto-ajuda" seja tão bem-vinda, tão aceita. Na dura conjugação entre possível e necessário, precisamos de apoios.
Mas, por que diabos a expressão desse meu contemporâneo tem que ser tão óbvia, tão esparramada por uma superfície, preenchendo todos os seus buracos, todos os seus vazios?
que é preciso cura, tenho certeza. Que ela não seja impossível, isso dói.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Com a visão mais clara possível - aquela que só POSSÍVEL pela rigidez das formas e na mesma medida, pela constante dor - , retorno aos Ks da (minha) vida. Kant, certo. Mas também Kierkegaard. Ambos sobre a imaginação: agente e poder da infinitização. Diferentes. Em muito casos, oponentes. E por isso mesmo, tão próximos.
O desespero que se perde no infinito é, SEM DÚVIDA, imaginário.
Mais ao longe, mais um K- kafka:
"Assim eu vacilo, portanto,voo incessantemente ao topo da montanha, mas praticamente não consigo me deter um momento sequer lá em cima. Outros também vacilam, mas em regiões baixas, com formas maiores; se elas ameaçam cair, então o parente, que vai ao seu lado para este fim, as detém. Eu, no entanto, vacilo la em cima, infelizmente, isto não é a morte, mas os tormentos eternos de morrer"
O desespero que se perde no infinito é, SEM DÚVIDA, imaginário.
Mais ao longe, mais um K- kafka:
"Assim eu vacilo, portanto,voo incessantemente ao topo da montanha, mas praticamente não consigo me deter um momento sequer lá em cima. Outros também vacilam, mas em regiões baixas, com formas maiores; se elas ameaçam cair, então o parente, que vai ao seu lado para este fim, as detém. Eu, no entanto, vacilo la em cima, infelizmente, isto não é a morte, mas os tormentos eternos de morrer"
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